Hoje não consigo imaginar minha vida sem o computador, e claro, conectado a Internet. É um aparato de mil e uma utilidades: e-mail, MSN, ouvir músicas, fazer download de músicas, e até de e-books (sei que isto não é correto, mas tenho que assumir que faço e o site é www.4shared.com), fazer pesquisas, jogar jogos, comunicar com familiares e amigos distantes, vasculhar a vida alheia e ver também fotos alheias (Orkut e Facebook), assistir filmes, acompanhar noticiários (Globo, BBC, CNN), planejar aulas, fazer controle financeiro e tenho até uma placa de TV no computador, de forma que já aposentei a TV, conhecer novas pessoas em salas de Chat, é isto mesmo, não vou negar, eu já entrei em salas de chats. Vamos agora é sua vez de confessar, fala que nunca entrou? Deve ter mais algumas centenas de outras coisas importantes que faço no computador, que não me recordo neste momento.
Quando volto no tempo, aproximadamente há 10 anos, quando tudo que sabia fazer no computador era digitar trabalhos da faculdade, jamais pensei que o computador um dia seria como uma parte de mim, que não saberia mais viver sem ele, como se fosse um casamento eterno.
Voltando ainda mais um pouquinho no tempo, lembro quando eu aprendi a digitar em uma máquina de escrever, e lembro-me também de um amigo contando sobre sua experiência em uma máquina de escrever elétrica, parecia uma coisa de outro mundo, algo que quase impossível de adquirir, deveria ser muito cara, e minha família era muito simples, além de não tanta necessidade assim, então tinha que me contentar em treinar bastante naquelas maquinas de teclas duras, principalmente o dedinho, pois coitadinho, era o que mais sofria por ser o mais fraquinho. Hoje estas máquinas já fazem parte do museu. Será que a tecnologia se desenvolveu muito rápido ou eu que já estou muito velha?
domingo, 29 de novembro de 2009
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Olá, Edileni! Identifiquei-me bastante com seu texto e a minha resposta para sua questão final seria sim à última opção, mas a sua certamente seria à primeira. E seu comput tem mil e uma utilidades, hein! Não aproveito o meu tanto assim! Preciso aprender. Parabéns pelo texto, você dialoga com seu leitor de uma forma bem interessante.
ResponderExcluirAbraços
Marieta
Olá, Edileni!
ResponderExcluirAssim como você, também penso que a vida sem computador hoje seria um tanto difícil. Estamos acostumados às novas tecnologias, e elas fazem parte de nosso cotidiano. Tudo faz parte de um todo nessa correria, e a internet, com suas facilidades, veio para somar essas novas tecnologias. Johnson sempre cita o antigo navegador Netscape. Compare-o então ao IE ou a outros rápidos e eficientes, que propiciam tudo o que você mencionou: e-mail, MSN, ouvir músicas, fazer download de músicas, e até de e-books.
Você tem razão quando compara ao antes e as dificuldades enfrentadas. Mas, ainda segundo Johnson, era aquilo que se tinha, e se conformava. Mas o importante mesmo é que sempre teremos expeectativas das melhores para o nosso futuro tecnológico e vivemos em um presente de maravilhas que facilitam a nosssa vida e a internet é uma delas.
Parabéns pelas exposições.
Abraços!
Genaro.
Olá Edileni!
ResponderExcluirAdorei o seu post, amiga!
Concordo plenamente com a Marieta: vc consegue dialogar com o leitor!
Enquanto eu lia, um flashback passava por minha cabeça...(meu dedinho também sofreu bastante no passado...rsrsrsrs)
Hj, a gente só encosta e as letras do teclado fluem... às vezes até acabamos por digitar errado, não é mesmo? Pelo simples fato do dedinho (tão sofrido de outrora) passear livremente pelas teclas macias...
Parabéns mais uma vez, amiga!
Grande abraço,
Andréa Centeno
Oi Edileni
ResponderExcluirComo você, meu relacionamento com o computador começou com os trabalhos da faculdade. Confesso que briguei um pouco com ele, no início, e ainda brigo às vezes, como disse nossa amiga Márcia em um dos seus textos: às vezes também, parece que ele tem vida própria (ou então sou eu que ainda tenho muito que aprende. Acho até que essa opção é a mais adequada).
Mas uso o computador para várias atividades também, principalmente em minhas aulas e atualmente, mais do que nunca, estudando. E isso está fazendo grande diferença nas minha práticas educacionais, que é um bom exemplo para o assunto dessa semana.
Ah! já ia me esquecendo! Também já fiz curso de digitação na época das máquinas de escrever, mas a fluência só veio mesmo com o teclado. Quanta diferença!!
Abraços,
Vanely